Em um mundo saturado de informações rápidas e opiniões superficiais, os livros de não ficção têm cumprido um papel que vai além do aprendizado: eles formam consciência.
O livro, esse ser milenar, aprendeu a conviver com lives, podcasts, TikToks e até com a inteligência artificial. E o mais curioso? Continua relevante, necessário e cada vez mais humano.